SOBRE

manuel alegre

Jurista e escritor. Procurador régio no Sabugal, por influência de Camilo Castelo Branco. Marcado pelas teorias organicistas. Aceita as teses fundamentais do naturalismo, considerando que o Estado é o corpo social considerado como um ser dotado da faculdade de querer, de pensar e de agir. Já o corpo social, entendido como sinónimo de povo ou nação, é visto como qualquer agrupamento humano submetido a uma regra e organização communs. Nestes termos, considera que do mesmo modo que o corpo humano carece de um cérebro para pensar, de uma alma para querer, e de membros para agir, assim o corpo social deve possuir uma vontade, um pensamento que o dirija, órgãos materiaes.  Na linha de algumas ocorrências similares da sua geração, acaba por suicidar-se.

Bibliografia

1891 – Os Meus Amores.

1901 – A Minha Candidatura por Mogadouro. Costumes Políticos em Portugal.

1902 – In Illo Tempore.

1906 – Manual Político do Cidadão Português. Lisboa, Parceria António Maria Pereira

1910 – Autobiografia e Cartas. Lisboa. Edição de Henrique Trindade Coelho.

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