Hayek (na imagem) considera a existência de uma espécie de kosmos do mercado, orientado pela cataláxia, pela troca permanente de informação através da qual os objetivos dos indivíduos se ajustariam espontaneamente uns aos outros, pelo que qualquer intervenção do Estado nesse domínio introduz, com efeito, uma desordem em sentido cibernético nessa ordem autorregulada. O Estado, assim, apenas poderia criar o quadro jurídico a partir do qual é possível a difusão máxima da informação no seio da sociedade.

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