Nome dado aos apoiantes do governo de Cunha Leal, concorrentes às eleições de 29 de janeiro de 1922. Surgiu formalmente no dia 21, reunindo liberais, reconstituintes, socialistas, reformistas, sidonistas e independentes, representantes das forças vivas, e visava enfrentar os democráticos. Os monárquicos e os outubristas apresentaram-se autonomamente. O controleiro eleitoral, por parte do governo era o ministro Nuno Simões. Com efeito, Cunha leal pretendia um acordo eleitoral entre democráticos, liberais e reconstituintes, mas todos eles rejeitaram listas únicas. Os democráticos venceram as eleições e Cunha Leal perdeu a aposta eleitoral. Seguiu-se o governo democrático de António Maria da Silva, de fevereiro de 1922 a novembro de 1923, o mais estável da história da I República.

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